domingo, 15 de maio de 2011

Meu Diário é lido por um público seleto, não precisa ser meu fã para ler ALAERCIO FLOR

Escrevo como quem faz amor com as palavras.Minha relação coma escrita é muito pessoal e não ando pedindo que sejam meu público legente...Mas há pessoas a quem mando mensagens, que me interpretam segundo seus parâmetros e convições muito pessoais ou até com conceitos pre defenidos dizendo de forma ingenua que eu não me enquadro no seu ¨conceito de amizade" (sic).Não digo o nome da personalidade porque assim estaria promovendo e notei na seu pleito de que não lhe escrevesse um claro convite à cizãnia ou a um litígio nada intelectual...Sabe, aquelas pessoas que posam de vestal ou de vítimas, que no tempo de Jesus eram conhecidas como fariseus ou saduceus.Eu me poupo do contacto direto com tais fenômenos de falta de sucesso e me reservo a escrever primeiro para mim mesmo e o meu diário eletronico que leva omeu nome,ALAERCIO FLOR, que desde o século passado ocupa todos os espaços midiáticos como quem  faz uma Revolução Aquatica,seguindo o paradigma da água que não podendo passar por cima de uma rocha contorna o rochedo e acaba provocando um desmoramento bem maior e silencioso que mil bananas de dinamite.Acredito no FIAT LUX do LOGOS,
e não vejo nas pessoas senão deuses em  pequenos tamanhos,que não sabem o poder que tem em si mesmos.Minha relação com as palavras e os leitores é assim: prestigio quem não me prestigia,mas dou mais valor quem me critica abertamente,e, não faz joguinho do não gostei do que  eu escrevi.Peço sinceras desculpas a todo aqueles em que joguei palavras que me eram pérolas ao vento de suas infinitas inteligencias.Não sou doutor, não sou genial, não sou Nobel, não sou um Machado de Assis,mas entres os meus leitores  e correspondentes há personalidades como o Papa Bento XVI, o governador Cid Gomes e até bem pouco tempo o primeiro premio Nobel em língua Portuguesa,José Saramago, que morreu deixando a mim seu autografo em cartão personalizado...a qual doei a uma amiga escritora,Mailma Sousa, talvez a minha leitora mais inteligente e simples com quem me partilho.Quando
uma pessoa me pede que não lhe mande uma mensagem ou não lhe escreva mais, eu compreendo a situação de angustia ou de intranquilidade por que passa essa pessoa e quem tem juízo obedece,mas tal fato insocial e deslegante  não vai me causar nenhum trnstorno físico,moral ou intelectual porque vou continuar ocupando todos os espaços, e todas as mídias não lamentando um leitor perdido,nem uma afinidade intelectual que no fundo é como um vício que se larga porque se ganha com a perda....
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